DE: Leonor l PARA: Rasmi
Você vive muitas vidas ao mesmo tempo.
Na escola, quer ensinar a pensarem por conta própria. Quando escreve, deixa bilhetes escondidos nas rachaduras da cidade.
Você enxerga nas frestas. Nos pequenos sinais de luz.
Infelizmente também carrega um coração cansado. Saudade, abandono, vontade de desaparecer por alguns dias. Entretanto, há algo curioso nisso: gente que desiste de verdade normalmente para de imaginar o que vem depois. Você nunca parou.
Quando te vi pela primeira vez jamais poderia imaginar tudo o que há dentro de você. Eu gosto de como transforma a dor em arte. Às vezes isso te salva, em outras deixa as cicatrizes mais bonitas.
E mesmo com toda essa complexidade, queria que entendessem tudo o que você é sem precisar explicar tanto.
Na escola, quer ensinar a pensarem por conta própria. Quando escreve, deixa bilhetes escondidos nas rachaduras da cidade.
Você enxerga nas frestas. Nos pequenos sinais de luz.
Infelizmente também carrega um coração cansado. Saudade, abandono, vontade de desaparecer por alguns dias. Entretanto, há algo curioso nisso: gente que desiste de verdade normalmente para de imaginar o que vem depois. Você nunca parou.
Quando te vi pela primeira vez jamais poderia imaginar tudo o que há dentro de você. Eu gosto de como transforma a dor em arte. Às vezes isso te salva, em outras deixa as cicatrizes mais bonitas.
E mesmo com toda essa complexidade, queria que entendessem tudo o que você é sem precisar explicar tanto.

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